Sinopse
“Guardar como...” pode ser um processo interior, de arquivo de memória. É este tipo de “arquivo” que é abordado nesta Instalação. Bachelard, em A Poética do Devaneio (1996, p. 114) aborda a necessidade de nos desembaraçarmos de uma memória histórica e lançarmo-nos sobre uma memória inesperável, emaranhada onde o caos pode permitir uma intensificação da vivência. Não importa o que aconteceu/acontece mas sim se ao ocorrer a partilha dessa memória (independemente dos meios de partilha) ela Transforma – [Transtorna] – Amplia – Liberta.
11.2020
Composição Sonora por Paulo Bastos: